out 19 2009

Como se Preparar para que sua Carreira Deslanche em 2010

Fonte: Computerworld

Quando se está trilhando os primeiros passos na carreira é comum para o profissional que acaba de sair da faculdade encontrar um cenário de incertezas. Embora exista uma enorme disposição para enfrentar os desafios do dia-a-dia, a falta de referência sobre o que fazer na busca por uma oportunidade acaba sendo um grande problema.

Não é sem motivo que o número de recém-formados com dificuldades para ingressar no mercado de trabalho é alto. A maioria sequer sabe por onde começar. “É preciso traçar objetivos claros, definir quais atividades pretende desenvolver e a velocidade de ascensão que deseja para sua carreira”, aconselha o consultor de gestão e carreira da Julio Sergio Cardozo & Associados, Julio Cardozo.

Para ele, é fundamental que o profissional mensure também o quanto quer ser reconhecido por seu talento e contribuição a dar. “Só a partir daí torna-se possível estabelecer as etapas para desenhar um plano de carreira”.

Cardozo aconselha o profissional a pensar em suas qualidades e pontos favoráveis. Após definir as metas e o lugar onde se quer chegar, o passo seguinte é acompanhar periodicamente se elas estão sendo realizadas.

Além de perseguir de forma obstinada seu plano, o consultor considera importante estar sempre atento às atividades previstas, observar se elas continuam fazendo sentido ao longo do tempo e planejar o futuro, para evitar surpresas.

“A crise nos serviu de lição, porque apontou a necessidade do profissional ser proativo e não esperar as coisas acontecerem”, destaca. “Como costumo dizer: ‘Seja o Chief Executive Officer (CEO) da sua vida’”, compara.

Onde achar as oportunidades
Para o consultor da divisão de tecnologia da empresa de recrutamento Robert Half, Robert Andrade, o ideal é não esperar o último ano da faculdade para buscar algo. “Quanto antes você conseguir um estágio, melhor, porque não sai com o currículo em branco”, ressalta. “Por isso é sempre bom ficar atento a ações de algumas empresas que vão ‘caçar’ talentos nas universidades”, observa.

Outra opção é cadastrar o currículo nos sites das empresas. Segundo Andrade, elas costumam ter um banco com currículos na internet, além de divulgar em seus portais quando vagas são abertas. “No mercado de tecnologia da informação, o número de vagas online disponível é bem maior do que nos meios tradicionais”, afirma. O consultor atenta também para os próprios sites de recrutamento.

Além disso, vale lembrar que a tão falada rede de contatos é realmente eficiente na hora de conquistar um emprego. Acaba sendo, na maioria das vezes, a porta de entrada. “Seja com colegas da faculdade que estão empregados, seja professores que conhecem profissionais no mercado”, destaca. O importante é estar na vitrine.

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mar 11 2010

Quando a Natureza Inverte a Ordem: Sepultamento de Criança

Fonte: FOL

“Cada morte de uma criança enfatiza o mistério ao qual estamos mergulhados, e que não é silencioso: ele fala alto” (Lya Luft)

 

Conta uma antiga história que um velho imperador pai de muitos filhos e avó de muitos netos sofria todos os dias de um medo terrível frente à possibilidade de perder essas pessoas que lhe eram tão preciosas. Ele tenta se valer de toda sua influência e poder para conseguir fórmulas e procedimentos que garantissem aos seus filhos e netos vida longa e a felicidade que ele tanto desejava.
Certo dia, um velho sábio deixa no livro sagrado do imperador, as seguintes palavras ‘”os avós, morrem, os pais morrem e os filhos morrem”. Ao ler tais desejos, o imperador tomou-os como maldição e enfurecido pediu que o velho se explicasse sob pena de ser preso. Diante da exigência do imperador , o sábio respondeu:
- Majestade, eu não sei receitas para impedir a morte. Ela virá de qualquer forma, o que eu posso desejar é que ela venha na ordem natural. Desejo que vossa majestade morra antes que seus filhos e que estes morram antes de seus netos, por isso mostrei a morte na ordem da felicidade: “os avós morrem, os filhos morrem, os netos morrem”.

Assim como o imperador da história acima, sempre esperamos que os acontecimentos sigam um curso natural. Insistimos em ignorar a consciência da finitude da vida, embora faça parte de nosso acervo de conhecimentos e só a encaramos quando bate em nossa porta.

A perda de um ente querido por morte produz um longo e árduo trabalho de luto que na definição de Mazorra (2001,p.1) “… é um processo de reconstrução, de reorganização diante da morte, desafio emocional e cognitivo com o qual o sujeito tem que lidar” . Se não bastassem todas essas tarefas, um agravante a mais se impõe quando morre uma criança. Nós, que acompanhamos famílias enlutadas, sabemos quanto esse fato é desorganizador e produz ceticismo, revolta e muita raiva. Quem disse que luto é só tristeza? Sentimentos que podem se alastrar nos familiares que perdem uma criança são a raiva e a incompreensão por um processo de inversão da natureza. Mesmo sabendo que a morte é inevitável esperamos sempre que os mais velhos morram primeiro. É muito comum que os pais que enterram seus filhos jovens, levem um tempo longo para se conformarem com a perda tão precoce.

Tudo parece escapar da nossa compreensão e do nosso controle, quando vimos a morte prematura, e muitas vezes violenta, de uma criança. Uma reviravolta surge em todas as certezas humanas, produzindo ruídos e dores dilacerantes. Nós, que trabalhamos direta ou indiretamente com a morte, não estamos imunes a este sofrimento diante da morte de crianças e jovens. A idade ou o tipo de morte é sempre uma variável de reflexão e ensinamento muito particular.

Na nossa condição humana de “ser” há um discurso implícito que nos rodeia com muitas fantasias de que crianças e jovens são eternos, simbolizam a vida, o começo, os sonhos, o futuro. Quando somos colocados na exata dimensão de nossa existência - a finitude - nos deparamos com uma verdade tensa e escorregadia.

Em nossos cursos para equipes de cemitérios e funerárias, ouvimos com freqüência depoimentos acerca do sentimento de angústia e sofrimento dos sepultadores e agentes funerários quando têm que lidar com um corpo infantil. Como Lya Luft escreveu recentemente em um artigo para Revista VEJA, trata-se de uma tarefa difícil que produz um “zoom” nos mistérios nos quais estamos mergulhados e fala muito alto em nossos ouvidos.

Como cuidadores dos corpos, dos sepultamentos e das famílias enlutadas, precisamos aprender a usar nossos sentimentos diante das adversidades a que somos expostos no trabalho com a finalidade de torná-los nossos parceiros em um atendimento sempre ético, empático e humanizado. Sensibilizados diante de uma família em sofrimento por uma morte de criança ou jovem, devemos nos empenhar ao máximo para criar boas condições de luto para esta família.

O que são boas condições de luto, afinal, para alguém que teve uma perda tão dolorida?

O que chamamos de boas condições de luto é um leque de ações da equipe de cemitério e funerária, bem estruturadas, delicadas e assertivas, desde o manejo do corpo até os trâmites administrativos. Quando um atendimento é demorado, indelicado ou pouco preciso, ele sobrecarrega a família com problemas que ela não precisaria viver e não cria boas condições de luto. Assim, as condições que favorecem um bom luto são aquelas nas quais permitimos que a família tenha que lidar apenas com a sua dor pela perda e não sobrecarregá-la com outros problemas provocados por um atendimento de má qualidade.

 

Opinião da ORGAF

 

Devemos usar nossos sentimentos em favor de um atendimento com excelência. Por mais que seja difícil, temos o prazer de trabalhar com o luto, pois sendo profissionais poderemos humanizar este momento difícil e analisarmos a real importância da vida, aproveitando-a em cada momento.

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mar 11 2010

Transfira seu plano para a ORGAF

fachada-pronta 

O Plano Funerário nos últimos anos se tornou mais aceito na sociedade, e a Organização Azevedo Funerais ajudou a quebrar esse paradigma apresentando a seus clientes um novo perfil de funerária e Plano Funerário.

A ORGAF possui o Plano de Assistência Familiar, onde um dos diferenciais é a assistência completa a família tanto no momento de luto quanto nos demais momentos. A ORGAF proporciona benefícios em vida a seus associados com vários convênios nas demais cidades que possuem filiais.

E esta é a oportunidade de você que possui um Plano Funerário em outra empresa transferir para o Plano de Assistência Familiar da ORGAF, lembramos que compramos a carência de outros planos, com isso você não fica descoberto em nenhum momento e com isenção de taxa de adesão.

Procure uma de nossas filiais ou ligue para 82 3281-1976, aguardamos você e sua família.

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jan 12 2010

ORGAF é realidade em Maceió

Fonte: Redação

Depois de iniciado os trabalhos da Organização Azevedo Funerais na capital alagoana, está se colhendo os frutos, muitos contratos estão sendo realizados, tanto por novos clientes como por clientes que já conhecem o setor de assistência funerária.

Com isso vários clientes antigos que se dirigiam para a Matriz em União dos Palmares, a fim de serem atendidos pelo administrativo, agora contam com uma unidade mais perto, onde também será melhor assistido os clientes que necessitem dos nossos serviço no momento de um falecimento de um ente querido, pois imediatamente estará prestando a assistência um dos nossos funcionários.

A ORGAF está localizada na Avenida Santos Pacheco, 227, centro, próximo a Emergência da Santa Casa. Caso tenha interesse em fazer o Plano de Assistência Familiar da ORGAF ligue para uma de nossas unidades ou maiores informações sobre o plano no nosso site. www.orgafonline.com

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jan 08 2010

Veja algumas dicas de como economizar na compra do material escolar

 

 

Fonte: UOL

Janeiro é mês de pagar impostos como IPTU, IPVA, as contmaterial_escolaras que sobraram do fim do ano passado… e de material escolar. Isso porque muitas escolas começam o ano letivo no início de fevereiro.

São muitos gastos ao mesmo tempo, mas é possível pechinchar e encontrar alternativas para gastar menos com o material.

DICAS: Como comprar material escolar

·         Compare preços nos sites das livrarias e papelarias

·         Veja se toda a lista será usada logo ou se algum item pode ficar para depois

·         Reaproveite lápis, estojo, livro, caneta

·         Reúna pais para comprar livros em grupo

·         Não leve crianças nas compras

·         Fique atento a produtos muito baratos e de qualidade duvidosa

·         A escola não pode cobrar taxa de material se não produz nada com Exclusividade

·         Produtos de uso coletivo, como os de higiene, não podem ser cobrados pela escola

·         O colégio não pode obrigar os pais a irem a uma loja ou comprar uma marca específica

A primeira coisa a fazer é dar uma olhada na mochila do ano passado. Lápis, borracha, caneta, estojo e a própria mochila podem ser utilizados novamente. Convencer as crianças disso não é tarefa fácil, mas o bolso da família agradece.

O Procon-SP vai no óbvio. “É preciso fazer pesquisa de preço”, diz a assistente de direção da entidade, Valéria Cunha.

E como fazer isso numa cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre? Os pais podem começar dando uma olhada nos sites das livrarias e papelarias.

É importante verificar também, diz Cunha, se toda a lista será usada logo de cara pelo aluno. Se um ou outro item será utilizado apenas no segundo trimestre, o gasto pode ser postergado.

Vale também reaproveitar livros que outros alunos já usaram. Neste caso, se os pais não conhecem outras crianças mais velhas, é bom ir até a diretoria e pedir para que a escola indique alguém.

Se for preciso comprar os livros, o ideal é os pais se unirem para comprar livros e cadernos em grandes quantidades. Vale tentar na própria editora, vale ir até um atacadista.

Para evitar confusão, os pais devem eleger um responsável pelo grupo, que recolhe o dinheiro e vai até a livraria. “Pode até haver uma negociação, e o grupo decidir que o pai que for até lá não precise pagar pelo livro”, afirma Valéria Cunha, do Procon-SP.

Ela diz ainda que os pais não devem levar as crianças na livraria ou na papelaria. “As crianças preferem, por exemplo, os cadernos com personagens licenciados, que normalmente são os mais caros”, afirma Cunha.

Agora, de nada adianta comprar um conjunto de lápis de cor barato e de péssima qualidade. “Tem régua que vem com os números apagados porque a impressão é ruim”, afirma.

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jul 28 2009

Os Planos de Assistência da ORGAF agora são para 15 associados

céu

A Organização Azevedo Funerais com seu comportamento inovador e arrojado vêm se destacando no Setor de Assistência Funerária já há alguns anos. A mais recente novidade é o aumento da cobertura do número de associados por plano.

Além dos serviços já prestados pela ORGAF e as cortesias de corte de cabelo e dentista ela aumenta de 10 para 15 o número total de associados por Plano Familiar de Assistência.

Esta novidade inicia a partir de 27/07/09 e se estende aos clientes novos e antigos. Os novos contratos a partir desta data já terão direito ao número de 15 associados e os clientes antigos deverão procurar as unidades da ORGAF para atualizarem seus contratos, desta forma incluindo novos beneficiários.

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